SMI-Terapia Ocupacional

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Resultados da Pesquisa

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    Análise de dependência das pessoas com Síndrome de Angelman em relação as AVD´S
    (Uniguaçu, 2025-11-04) Cabral, Brena Maira Souza; Oliveira, Bruna da Cruz de; Vogelmann, Andreia Kukul; Souza, João Flávio Rodriguez de; Leite, Romelli Savane Ferreira
    Este estudo investiga o nível de dependência de indivíduos com Síndrome de Angelman em relação às Atividades de Vida Diária (AVDs). A Síndrome de Angelman é uma disfunção neurológica rara, causada por alterações genéticas no cromossomo 15, especificamente no gene UBE3A. A pesquisa tem como objetivo principal identificar as dificuldades enfrentadas por essas pessoas e analisar as adaptações necessárias para melhorar o desempenho ocupacional nas atividades da vida diária (AVDs). Para a confecção do trabalho elegeu-se a abordagem quali-quantitativa, o instrumento de coleta de dados será questionário disposto no Google Forms via link, participarão da pesquisa cuidadores ou representantes legais dos pacientes. O questionário teve como enfoque o problema que é a falta de estudos em relação as necessidades das pessoas com Síndrome de Angelman na realização das atividades diárias. Como resultado a pesquisa confirma alta dependência funcional, com desafio notáveis na motricidade fina e na comunicação, confirmando a grande necessidade de apoio, evidente pela dependência motora e comunicativa, o que justifica a importância do tratamento multidisciplinar (Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Fonoaudiologia) e o uso de adaptações e comunicação alternativa.
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    A prática da terapia ocupacional na rede municipal de educação a partir das percepções dos professores da educação infantil do município de Medianeira- PR
    (Uniguaçu, 2025-11-06) Costa, Natália de Maman Ferrari da; Variani, Caroline Cavali; Santos, Gabriela Riss dos; Marques, Janete Tonello
    A inclusão escolar de crianças com deficiências e transtornos é um direito garantido por lei, que requer não apenas a inserção no ensino regular, mas também estratégias e adaptações que assegurem uma aprendizagem significativa. Este estudo teve como objetivo identificar as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da educação infantil em Medianeira – PR quanto à inclusão escolar e compreender como a Terapia Ocupacional (TO) pode contribuir nesse contexto. A pesquisa, de abordagem qualiquantitativa, foi realizada por meio de questionários online e da oficina “A ocupação do ensinar e incluir”, com professores, auxiliares, estagiários, coordenadores e diretores. Os resultados indicaram que, embora alguns tenham formação em Educação Especial, muitos se sentem parcialmente preparados para lidar com diferentes diagnósticos, enfrentando desafios nas adaptações, na comunicação e no comportamento dos alunos. A oficina ampliou o conhecimento sobre a atuação da TO e reforçou a importância desse profissional na orientação docente e na construção de um ambiente escolar mais inclusivo.
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    Segurança domiciliar para a terceira idade
    (Uniguaçu, 2024-11-27) Ronsani, Claudia Beatriz Bortolosso; Silveira, Luciana; Sapegienski, Augusto Cesar Kappes; Buytendorp, Lauriane Alle
    A terapia ocupacional é uma área de saúde voltada para auxiliar pessoas de todas as idades a realizarem atividades diárias com mais autonomia e qualidade de vida. Entre os idosos, um fator essencial para essa qualidade de vida é a acessibilidade, que requer uma adaptação do ambiente para atender suas necessidades, facilitando a mobilidade e prevenindo acidentes. Adaptações como corrimãos, rampas, barras de apoio nos banheiros e a remoção de facilitadores de queda são fundamentais para garantir a segurança. Na Casa Reviver, em Itaipulândia, Paraná, com 6 idosos residentes (2 homens e 4 mulheres, todos independentes), o estudo revelou que as residências carecem de adaptações possíveis. Nenhuma das casas possui pisos repetidos, corrimãos ou barras de apoio, e também não há rampas para eliminar desníveis, o que expõe os moradores a um risco aumentado de quedas. Além disso, a falta de áreas de proximidade para cadeiras de rodas impede que visitantes com mobilidade diminuam o acesso aos espaços, afetando a interação social dos idosos. A adaptação ambiental, como estratégia de terapia ocupacional, busca proporcionar maior segurança e independência aos idosos, aumentando sua autonomia e diminuindo o risco de quedas. O uso de dispositivos assistivos e a promoção de intervenções para melhorar o equilíbrio e a força também são abordagens fundamentais para a prevenção de acidentes.
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    Intervação terapêutica no tratamento de Rizartrose
    (Uniguaçu, 2024-11-26) Souza, Laura Sabrina de; Variani, Caroline Cavali; Souza, João Flávio Rodrigues de; Porlan, Patricia Romano
    A rizartrose também conhecida como artrose ou osteoartrose, é uma condição crônica que afeta as articulações, caracterizada pela formação de osteócitos, inflamação sinovial e degradação da cartilagem. O objetivo geral da pesquisa foi compreender a percepção dos terapeutas ocupacionais quanto as intervenções de pacientes com rizartrose. Portanto, tratasse de uma pesquisa qualitativa de caráter descritiva, com composição de 22 participantes, terapeutas ocupacionais de ambos os sexos, atuantes em reabilitação de mãos associados da Sociedade Brasileira de Terapia da Mão (SBTM). Para a realização da pesquisa, o acesso aos terapeutas ocorreu por meio dos dados disponibilizados no site eletrônico oficial da SBTM. Os resultados demonstraram que as intervenções mais comuns incluem o uso de órtese, exercícios de fortalecimento, crioterapia, proteção articular e educação do paciente. A maioria dos terapeutas destacou a importância dessas intervenções na redução da dor, prevenção de deformidades e melhoria da funcionalidade. Além disso, há necessidade de realizar orientações contínuas e personalizadas aos pacientes para além do consultório, utilizando materiais visuais e escritos. A pesquisa concluiu que a intervenção precoce é essencial para a reabilitação de pacientes com rizartrose, melhorando sua qualidade de vida e funcionalidade através de um tratamento adequado e contínuo.
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    Ser cuidador e familiar do idoso com Alzheimer
    (Uniguaçu, 2024-11-26) Pimentel, Camila Ulrich; Cavali, Caroline; Buytendorp, Lauriane; Hech, Josiane
    O Brasil enfrenta um aumento na população idosa, trazendo desafios relacionados a doenças crônicas, como a Doença de Alzheimer (DA), que afeta as funções cognitivas e impacta profundamente a vida diária de idosos e cuidadores. Com aproximadamente 1,2 milhões de casos e 100 mil novos diagnósticos anuais, a sobrecarga dos cuidadores é significativa, tornando essencial o apoio e recursos para ajudá-los. A Terapia Ocupacional é fundamental para desenvolver intervenções que melhorem a qualidade de vida dos idosos com DA e ofereçam suporte aos cuidadores. Esta pesquisa, realizada em Missal, Paraná, com participantes diagnosticados com Doença de Alzheimer cadastrados no SUS, busca compreender as dificuldades enfrentadas pelos cuidadores e a contribuição das estratégias da Terapia Ocupacional. Os resultados mostraram que muitos cuidadores se sentem sobrecarregados e desorientados quanto ao cuidado e, o uso de folhetos informativos contribuiu no entendimento da rotina e o ambiente familiar, além disso relataram uma melhor compreensão sobre a progressão da DA e estratégias de manejo. A introdução de um terapeuta ocupacional foi bem recebida, demonstrando que um suporte estruturado é crucial para reduzir a sobrecarga e promover o bem-estar dos envolvidos, especialmente para famílias sem recursos para contratar esse profissional.
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    Estratégias terapêuticas para estimular o desenvolvimento das atividades de vida diárias em crianças com Síndrome de Down
    (Uniguaçu, 2024-11-27) Carvalho, Vinicius Gabriel; Silveira, Luciana; Vollgemann, Andreia; Munarini, Daniela
    No Brasil, a Síndrome de Down é uma condição genética relativamente comum, afetando cerca de uma em cada 700 crianças nascidas. Apesar dos desafios, muitos indivíduos com Síndrome de Down vivem vidas plenas e contribuem de maneira significativa para suas comunidades, destacando a importância da inclusão e do apoio adequado para garantir seu bem-estar e potencialização de suas habilidades. Este estudo visou fornecer orientações terapêuticas eficazes, com o intuito de auxiliar os responsáveis e cuidadores. A metodologia adotada foi a qualitativa, concentrando-se na coleta de dados através de questionários com perguntas abertas dirigidas a cinco pais ou responsáveis de pessoas com Síndrome de Down. Com a realização deste estudo foi possivel observar que apesar dos responsáveis juntamente com as crianças portadoras de SD já fazerem acompanhamento com profissional de terapia ocupacional há um défcit de informação e conhecimento sobre a atuação do frofissional com a criança, contudo, foi relatado que foi identificado uma melhora na qualidade de vida. Com isso se tem a importância da realização de atividades e reuniões com os resposáveis para uma melhoria no processo evolutivo das crianças portadoras de SD.