Submissões Recentes

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Oficina de tecnologia assistiva na escola especial APAE de Missal - PR
(Uniguaçu, 2025-10-05) Costa, Kassiane Vitoria da; Variani, Caroline Cavali; Santos, Gabriela Riss dos; Bortoluzzi, Juliana Corrêa Lamim
A inclusão educacional de pessoas com deficiência no Brasil passou por avanços históricos, legais e institucionais, mas ainda enfrenta desafios significativos. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e a Lei de Diretrizes e Bases asseguram o acesso e a permanência de estudantes com deficiência no ensino regular, exigindo adaptações pedagógicas e arquitetônicas. Desde o século XIX, com a criação de institutos voltados a cegos e surdos, até a fundação da APAE, observa-se a luta contra a exclusão e a busca por equidade. As Tecnologias Assistivas (TA) representam ferramentas fundamentais nesse processo, promovendo autonomia, funcionalidade e participação social. Este estudo, realizado na APAE de Missal – PR, analisou como recursos adaptativos impactam o desenvolvimento escolar de alunos com diferentes diagnósticos, como TEA, Síndrome de Down, Síndrome de Cri-du-chat, Deficiência Intelectual e Paralisia Cerebral. A pesquisa qualitativa contou com professores e estudantes, por meio de questionários e observação. Foram confeccionados recursos como talheres adaptados, cards visuais, materiais ampliados, suportes de escrita e apoios posturais. Os resultados evidenciaram melhorias na independência, socialização e desempenho escolar, reforçando o papel do professor como mediador. Conclui-se que a TA, aliada a Terapia Ocupacional e as práticas pedagógicas inclusivas, é essencial para consolidar a educação inclusiva e a equidade.
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Teatro e terapia
(2025-11-24) Cayado, Bruna Aparecida; Souza, Camila Viviane Lui de; Buytendorp, Lauriane A.; Heck, Josiane
O Transtorno do Espectro do Autis mo ( é, hoje, atravessado por discursos que ora enfatizam suas capacidades, ora destacam suas limita çõ es, mas ainda reforçam a exclusão. Este estudo investiga o papel do teatro como ferramenta terapê utica na Terapia Ocupacional para pessoas com Transtorno do Espectro Autista ( O teatro, abordado como uma prática que favorece a comunicaçã o, intera ção social e expressão emocional, oferece um espaço seguro e estruturado para indiví duos com TEA desenvolverem habilidades sociais e emocionais. Objetivos: A nalisar o papel do teatro, como ferramenta para ampliar as formas de comunicaçã o e intera ção de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, promovendo sua inclusão e autonomia no CER IV Centro Especializado em Reabilitação em Foz do Iguaçu. Mé todo: A pesquisa, realizada com participantes do Centro Espaicalizado em Reabilitação (CER IV) de Foz do Iguaçu examina os relatos e experiências de participantes, profissionais e familiares sob re a influência do teatro na vida das pessoas neurodivergentes. A metodologia adotada é quanti qualitativa, com aplicação de question ários e observa ção das atividades teatrais. Resultados: Inser ção da ampliação do entendimento sobre a contribuição do teatr o na inclus ão e autonomia de pessoas com TEA, além de promover a reflexão sobre a transformação das práticas de reabilitação, distantes da perspectiva biomédica tradicional. Conclus ã o: O estudo busca contribuir com estratégias mais inclusivas e adaptadas às necessidades deste público, alinhando se com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
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A importância do baile da terceira idade para os idosos de Itaipulândia
(Uniguaçu, 2025-11-19) Silva, Cleusa Pereira Rocha da.; Prado, Solange Melchior do; Buytendorp, Lauriane Alle; Ferreira, Gleison
Este trabalho analisa a importância do Baile da Terceira Idade de Itaipulândia/PR, destacando sua relevância social, cultural e emocional para os idosos e para a comunidade. O estudo teve como objetivo compreender sua origem, desenvolvimento e significado, por meio de uma pesquisa qualitativa baseada em entrevistas semiestruturadas. Os resultados evidenciam o baile como espaço de socialização, pertencimento e fortalecimento da memória coletiva, contribuindo para a valorização da identidade e para a participação ativa da população idosa.
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Acessibilidade de cadeirantes
(Uniguaçu, 2025-11-04) Cunha, Tainara Nunes da; Sparenberg, Roberto; Souza, João Flávio Rodrigues de; Volgelmann, Andreia Kukul
Resumo: As pessoas com deficiência física, especialmente aquelas que utilizam cadeira de rodas, necessitam da implementação de políticas públicas de acessibilidade que promovam a autonomia e inclusão social. Este trabalho avalia a acessibilidade para cadeirantes, considerando experiências cotidianas em contextos domiciliares, profissionais e sociais. A pesquisa de abordagem qualitativa, com embasamento em pesquisas bibliográficas, revista uniguaçu identificando os desafios e avaliar a infraestrutura urbana quanto à adaptação e inclusão. Analisam-se barreiras arquitetônicas, sociais e atitudinais que afetam a qualidade de vida e independência. A Terapia Ocupacional utiliza ferramentas para promover autonomia e participação social. Os resultados concluem que a os cadeirantes tem os seus desafios enfrentados diariamente, mas com a conscientização das pessoas e também do poder público, isso deve ser amenizado.
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Acessibilidade para pacientes surdos nos serviços de saúde
(Uniguaçu, 2025-11-06) Sperfeld, Tainar Lemes; Azarias, Natan Reis; Bortoluzzi, Juliana Correa; Buytendorp, Lauriane Alle
Este estudo teve como objetivo analisar a acessibilidade para surdos nos serviços de saúde, com foco na comunicação e na qualidade do atendimento. O estudo foi relevante devido à importância de garantir que os surdos tivessem acesso igualitário aos serviços de saúde, sem enfrentarem barreiras que comprometessem sua saúde e bem-estar. A pesquisa foi realizada por meio de um questionário com surdos que frequentavam a escola AMESFi, com o objetivo de coletar dados sobre suas experiências e percepções sobre a acessibilidade nos serviços de saúde. Os resultados evidenciaram que a totalidade dos participantes já enfrentou dificuldades de comunicação com profissionais de saúde e que a presença de profissionais capacitados em Libras é praticamente inexistente. Verificou-se ainda a ausência de estruturas acessíveis nas instituições de saúde, a dependência de familiares para intermediar a comunicação e uma percepção generalizada de insatisfação quanto à acessibilidade. A discussão apontou que esses achados estão em consonância com pesquisas nacionais que identificam barreiras semelhantes, como a falta de preparo profissional, ausência de intérpretes e de recursos de apoio, esses fatores comprometem a autonomia e a segurança do paciente surdo.