SAÚDE E BEM-ESTAR SOCIAL
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.uniguacu.com.br/handle/123456789/67
Navegar
3 resultados
Resultados da Pesquisa
Item Vôlei adaptado como estratégia terapêutica(Uniguaçu, 2025-11-05) Lima, Bruna; Volgelmann, Andreia Kukul; Sparenberg, Roberto; Souza, João Flávio Rodrigues deEsta pesquisa propõe um estudo sobre o vôlei adaptado como estratégia terapêutica, com foco na redução de sintomas de depressão na terceira idade. A escolha do tema justifica-se por sua relevância para a Terapia Ocupacional e pela necessidade de aprofundar os conhecimentos teóricos e práticos na área, visto que há poucas pesquisas que abordam essa temática sob essa perspectiva. Considerando o aumento constante dos casos de depressão entre idosos, a implementação de projetos com atividades físicas adaptadas torna-se essencial para essa população.Este estudo tem como objetivo apresentar como o vôlei adaptado contribui para minimizar os sintomas de depressão em idosos que participam das oficinas esportivas, residentes no Município de Itaipulândia – PR.O estudo foi conduzido de forma quali-quantitativa, em parceria com a Secretaria de Assistência Social, na Sede da Terceira Idade. Buscou-se identificar a relação entre a prática do vôlei adaptado e a redução de sintomas de depressão entre os participantes. Foram aplicados instrumentos quali-quantitativos, como a Escala de Depressão Geriátrica e questionários abertos, que analisaram como a prática esportiva influenciou a qualidade de vida e o bem-estar emocional dos idosos. Os dados obtidos demonstraram efeitos positivos da prática do vôlei adaptado na terceira idade, evidenciando melhorias emocionais, físicas e sociais.Conclui-se que o vôlei adaptado é uma intervenção eficaz, capaz de reduzir sintomas depressivos e fortalecer a qualidade de vida, destacando-se como uma importante estratégia terapêutica e promotora de saúde mental no envelhecimento.Item Socialização na terceira idade(Uniguaçu, 2024-11-26) Bonfante, Alana Gabriela Lipke; Variani, Caroline Cavali; Buytendorp, Lauriane Alle; Prado, SolangeA dificuldade em realizar atividades diárias e a perda de papéis ocupacionais podem levar ao isolamento e contribuir para a depressão em idosos, caracterizada por perda de prazer, baixa energia, pensamentos negativos e desinteresse social. Este estudo investiga como a participação de idosos nos grupos de convivência da terceira idade, em Itaipulândia – PR, pode reduzir sintomas depressivos. Participaram da pesquisa idosos com mais de 60 anos, vinculados ao projeto da terceira idade e frequentadores do baile da terceira idade. A coleta de dados envolveu a aplicação da Escala de Depressão Geriátrica (GDS) e um questionário qualitativo. Os participantes que pontuarem 6 ou mais na GDS responderam o questionário para avaliar a importância das atividades sociais na recuperação dos papéis ocupacionais. Os resultados indicam uma alta prevalência de sintomas depressivos e reforçam que a socialização e as atividades em grupo são essenciais para o bem-estar emocional dos idosos.Item Segurança domiciliar para a terceira idade(Uniguaçu, 2024-11-27) Ronsani, Claudia Beatriz Bortolosso; Silveira, Luciana; Sapegienski, Augusto Cesar Kappes; Buytendorp, Lauriane AlleA terapia ocupacional é uma área de saúde voltada para auxiliar pessoas de todas as idades a realizarem atividades diárias com mais autonomia e qualidade de vida. Entre os idosos, um fator essencial para essa qualidade de vida é a acessibilidade, que requer uma adaptação do ambiente para atender suas necessidades, facilitando a mobilidade e prevenindo acidentes. Adaptações como corrimãos, rampas, barras de apoio nos banheiros e a remoção de facilitadores de queda são fundamentais para garantir a segurança. Na Casa Reviver, em Itaipulândia, Paraná, com 6 idosos residentes (2 homens e 4 mulheres, todos independentes), o estudo revelou que as residências carecem de adaptações possíveis. Nenhuma das casas possui pisos repetidos, corrimãos ou barras de apoio, e também não há rampas para eliminar desníveis, o que expõe os moradores a um risco aumentado de quedas. Além disso, a falta de áreas de proximidade para cadeiras de rodas impede que visitantes com mobilidade diminuam o acesso aos espaços, afetando a interação social dos idosos. A adaptação ambiental, como estratégia de terapia ocupacional, busca proporcionar maior segurança e independência aos idosos, aumentando sua autonomia e diminuindo o risco de quedas. O uso de dispositivos assistivos e a promoção de intervenções para melhorar o equilíbrio e a força também são abordagens fundamentais para a prevenção de acidentes.